Som Imaginário
Som Imaginário
1970

Ranking nas Listas
Por Que Esse Disco é Importante
O álbum de estreia homônimo da banda Som Imaginário, lançado em 1970, representa um marco significativo na música brasileira, consolidando a sonoridade particular do grupo que inicialmente surgiu para acompanhar Milton Nascimento. O disco não apenas apresentou ao público o talento coletivo desses instrumentistas, mas também solidificou a identidade sonora da banda. Com um repertório autoral, que incluía composições em português e inglês, o álbum revelou uma fusão inovadora de estilos. Músicas como "Feira Moderna", "Morse", "Super-God", "Sábado" e "Hey, man" rapidamente se tornaram referências da psicodelia brasileira, evidenciando a capacidade do Som Imaginário de transitar entre a MPB e as experimentações do rock progressivo e psicodélico.
Contexto
A banda Som Imaginário foi concebida no início da década de 1970, no Rio de Janeiro, com a proposta inicial de ser o grupo de apoio para o renomado cantor Milton Nascimento. Wagner Tiso, vizinho e colega musical de Nascimento, foi o idealizador dessa formação, reunindo amigos músicos para o projeto. Após um ano de intensos ensaios em 1969, o grupo fez sua estreia em fevereiro de 1970, no Teatro Opinião, acompanhando Milton Nascimento no aclamado show "Milton Nascimento, ah, e o Som Imaginário". Pouco tempo depois, em uma temporada na boate Sucata, o talentoso guitarrista carioca Fredera se juntou à formação, solidificando o sexteto que gravaria o primeiro álbum.
Gravação
O álbum de estreia do Som Imaginário foi lançado em 1970, sob o convite do produtor Mariozinho Rocha. A gravação contou com a participação de Fredera na guitarra, Wagner Tiso no piano, Robertinho Silva na bateria, Luiz Alves no baixo, Tavito na guitarra base e Zé Rodrix no órgão, formando a configuração que moldou a sonoridade original da banda.
Músicas
O repertório do álbum homônimo de 1970 era inteiramente autoral, apresentando uma mistura de composições em português e inglês que refletiam a inventividade do grupo. Dentre as faixas que se destacaram e se tornaram ícones da psicodelia brasileira estão "Feira moderna", uma canção que a banda já havia apresentado no Festival Internacional da Canção, além de "Morse", "Super-God", "Sábado" e "Hey, man". Essas músicas sintetizavam a proposta experimental e vanguardista do Som Imaginário.
Faixas
Créditos
Luiz Alves
Robertinho Silva
Frederiko
Zé Rodrix
Wagner Tiso
Tavito
Mário Marcio M. Drumond
Roberto Wagner
Filmes
Livros
Análises
A Máquina de Fazer Sonhos: SOM IMAGINÁRIO Som Imaginário 1970
amakina.blogspot.com
Musicalmente, o disco apresenta um som expansivo e experimental que mistura Rock Psicodélico, Rock Progressivo, Pop vanguardista e Rock rural. O álbum consegue equilibrar faixas curtas focadas em vocais com arranjos instrumentais bastante sofisticados.
Som Imaginário (1970) | Toque Musical
toque-musicall.com
Já que falamos em Som Imaginário, achei por bem postar este memorável lp, o primeiro de um grupo que ao longo de sua existência, passou por várias formações. O SI já foi rotulado de rock, mpb, jazz e progressivo. Acho que todos serviram de base para eles.
89FM - A Rádio Rock - O Som Imaginário: a banda que misturou rock ...
radiorock.com.br
O primeiro álbum, " O Som Imaginário" (1970), já deixava claro que a proposta era diferente. As faixas alternavam momentos instrumentais complexos com canções mais melódicas, ...
A psicodelia delirante de Som Imaginário, no disco clássico de 1970!
nanu.blog.br
Nesta sessão especial do NA-NUPSTER, você confere na íntegra o primeiro álbum, homônimo, do grupo, lançado em 1970. Um disco clássico para os amantes da psicodelia.
Fusões Musicais do Som Imaginário | PDF | Entretenimento (geral) - Scribd
pt.scribd.com
Este documento apresenta uma dissertação sobre as fusões de gêneros e estilos musicais presentes na produção da banda brasileira Som Imaginário. A dissertação analisa os três álbuns lançados pelo grupo entre 1970 e 1973, observando aspectos como forma, gêneros, instrumentação e sonoridade.
