Bossa, Balanço, Balada
Sylvia Telles
1963

Porque Merece Estar na Lista
Sylvia Telles é uma figura central na história da bossa nova e da moderna música brasileira, reverenciada como uma das maiores intérpretes desses gêneros. Lançado em 1963 pela gravadora Elenco, o álbum Bossa, Balanço, Balada se insere em sua discografia como mais um testemunho de seu talento singular e sua voz inconfundível. Sua habilidade em dar vida às composições mais sofisticadas da época consolidou sua reputação artística. Conforme destacado por João Máximo em O Globo, Sylvia Telles foi uma das melhores intérpretes da moderna música brasileira, abrangendo desde os primórdios com Dick Farney e Lúcio Alves até as canções de Tom Jobim e Vinicius de Moraes pós-Orfeu da Conceição. Bossa, Balanço, Balada, portanto, representa um capítulo na trajetória de uma artista cuja arte ressoa com elegância e profundidade.
Contexto
Em 1963, ano de lançamento de Bossa, Balanço, Balada, Sylvia Telles já era um nome estabelecido e respeitado no cenário musical brasileiro e internacional. Desde meados dos anos 1950, ela havia emergido como uma das vozes proeminentes, tendo sido introduzida ao meio por Billy Blanco e ganhando destaque com sua atuação no musical "Gente bem e champanhota" em 1955, que lhe rendeu um contrato exclusivo com a Odeon e o prêmio de Cantora Revelação do ano. Sylvia Telles foi, inclusive, parte essencial da divulgação do termo "bossa nova" em 1958, ao participar do show "Carlos Lyra, Sylvia Telles e os seus Bossa nova". Sua carreira já incluía turnês internacionais e diversos álbuns, consolidando-a como uma intérprete madura e com grande domínio técnico e emocional, características que certamente permearam este trabalho lançado em um período de efervescência criativa para a MPB.
Ranking nas Listas
Faixas
Créditos
Lindolfo Gaya, Moacir Santos
José Delphino Filho
Aloysio De Oliveira
Sylvia Telles
Jorge Ferreira Da Silva
Norman Sternberg
Cesar G. Villela
Peter Keller
Francisco Pereira
Aloysio De Oliveira
